Panificação

Fundo de investimento francês adquire duas das maiores companhias de panificação espanholas – Berlys e Bellsolà – com vista à fusão.

 Conesa

O Grupo Conesa, da Estremadura, acaba de adquirir duas novas fábricas à AlgoSur, localizadas em Sevilha. Uma capacidade de processamento de tomate que aumenta em mais oito mil toneladas por dia, e que torna a Conesa no maior grupo do sector em toda a Europa.

 

mae terra 2

A Unilever acaba de realizar mais uma aquisição, desta vez no Brasil. Com a compra da Mãe Terra, uma empresa de alimentos orgânicos, a multinacional, classificada como a terceira maior empresa do mundo dedicada aos bens de consumo, faz a sua terceira compra em apenas um mês e marca, assim, a sua entrada no mercado brasileiro.

SPA
 
A SAP, líder global em soluções de negócios colaborativos e multiempresas, adquiriu este mês a Gigya, uma empresa de gestão de acesso e identidades de clientes. A aposta centra-se na experiência omnicanal aos clientes para fortalecer a capacidade de resposta e a integração de novas soluções.

ADIRA

A ADIRA, empresa portuense com mais de meio século, foi recentemente adquirida pela Sonae Capital. Uma transação a implicar pelo menos nove milhões de euros.

 

O negócio foi aprovado pela Autoridade da Concorrência (AdC) e traduziu-se na compra, pela Sonae Capital, da totalidade do capital e dos direitos de voto da sociedade ADIRA – Metal Forming Solutions e da sua participada Guimadira.

 "O preço da transação (valor das ações) compreende uma componente fixa de nove milhões de euros, e uma componente diferida e variável em função da performance (EBITDA) da empresa nos próximos 4 anos", aclarava a empresa compradora no comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a propósito do contrato de compra e venda. Ou seja, além do valor da compra das ações (9 milhões) o negócio incluiu uma componente não especificada que resultará da performance da empresa nos próximos quatro anos.

Fundada no Porto em 1956, por António Dias Ramos, a ADIRA tem operado no setor do 'metal forming', dedicando-se ao "desenvolvimento, conceção, fabrico, produção e comercialização de máquinas e ferramentas, a maioria destinada ao mercado externo", de acordo com o site da empresa, organização liderada, à altura da transação, por António Cardoso Pinto, acionista desde 2008. Tinha, no final de 2016, uma dívida líquida na ordem dos 6,7 milhões de euros.

Aquando da aquisição, a Sonae Capital, comandada por Cláudia Azevedo, considerou que a empresa continuava, assim, "trajetória de concretização do seu propósito estratégico”, posicionando-se “como um veículo privilegiado de criação de valor, com base no desenvolvimento e alavancagem das vantagens competitivas portuguesas", conforme a informação transmitida à CMVM.